Ainda em Ipanema, entrei em contato com a minha amiga Camila, de Floripa, que está morando no rio há um tempo.
- Jaguarito! Bora pro salgueiro?
- Mas é claaaroo!
Nos encontramos na Saens Peña e de lá pegamos um taxi para a quadra da Escola.
Chegando lá, uma entrada estilo clube e ao entrar.. nos deparamos com uma beleza de estrutura.
Era época de escolha dos samba que tinham como enredo: História sem fim.
"Uma históoóória de amooorrr! Sem ponto finaallll (salgueiro salgueiro)..." Esse samba ficou na cabeça depois de termos ouvido uns 10! hehehe
Foi samba no pé a noite toda e uma admiração tremenda da bateria.
começou com um mestre e depois veio o oficial. A diferença do som de um para o outro era nítida.
A tranquilidade e segurança dos batuqueiros era demais. Nunca vi um naipe de chocalhos tão harmonioso.
Tinha dois surdos de terceira que falavam horrores.
A bateria fica em um mesanino preparado de frente para o palco com uma estrutura de peso.
Não vasa som nenhum.
Deu saudades do união da ilha da magia.
Quase 5 da matina e voltamos para as casas.
Camila foi junto com um amigo gringo e o primo dela foi para o Flamengo, onde moram.
Vou lá de novo... com certeza.
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