Se for para escrever sobre esse cara, demoraria anos.
Minha família chama ele de Tio, pois é quase um irmão para o meu pai.
São conhecidos de 40 anos de muita história e parceria.
Contactei o Tio dedé para ver se ele poderia ser o meu fiador para alugar a cobertura citada anteriormente.
Me encontrei com ele e sua esposa Lilian na casa da sogra dele, no Flamengo.
Um apartamento antigo grande e bonito.
Lá, matamos as saudades e conversamos muito sobre a vida e a minha fase. Mesmo com problemas de saúde, Tio Dedé se dispôs integralmente a estar comigo nessa luta por apartamento e disse que estará comigo até o fim.
Mais uma lágrima corre.
Quem diria que eu iria ter a sensação de ter uma parte da família no Rio de Janeiro? Não tem preço.
Tio Dedé foi um dos caras que, junto com meu pai e minha mãe, ajudaram a criar os 4 irmãos sapecas.
Trabalhou com meu pai e um lavou a mão do outro nos momentos mais difíceis.
Dedé foi da época da bohemia, tocava o seu violão, mas a saúde foi ficando afetada e acabou se preservando mais.
Guerreiro da vida.
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